quinta-feira, março 12, 2015

Peregrino

Peregrinando por ai, perdidos em rumo táo livre que nem percebe, o que passa por sua solidão.....esperar da noite o escuro das expectativas a ambivalencia da vida estar perdido entre escolhas certas e escolhas erradas...reviver a história para conta-la de uma maneira um pouco diferente, perder-se pelo vebo versar de qualquer maneira o verso vem e vai e a cançao muda de intonação sobre vive o passado reinventa e versa de maneira expontanea de forma forçada...engaded soul...embebded plug-in.


  • As avenidas se abriam com as suas paisagens e a manhã transcorria assim se simulava a fantasia do evento do dia, meio ao medo de nada ter a felicidade de ainda existir e nada ter mudado pelo que disse ou não disse, crio a elipse ao mudar de frase no paragrafo verso e erro a gramatica....de novo amanhece em minhas expectativas de novo me vejo alienígena ao que sabia lenimentosamente em seu próprio paraíso como um sonho perdido na pré historia e aquela palavara que não disse nada, gostaria de sentar e contar estórias dos anciçoes e sua sabedoria secular, nos secando internamente nos negando a rebelião. á palavras assim, podem ser bonitas mas não dizem nada!




II

 se não uma bolha de sabão esperando explodir e inventar algo de novo
sobre meus mistérios, a morte nos é um segredo de languidas fantasias.
somos apenas promessas de um sonho tolo, procurando pela luz no escuro.

III

Funk metal marca o território e atesta meu progresso em direção ao inóspito se... outra palavra, é porque me faltam palavras assim, me desescrevo.

sexta-feira, janeiro 11, 2013

xadrez



Tanto tempo não falava que perdeu o norte, de leste a oeste, uma porta revelando um mundo estranho entre pisos quadriculados e colunas gregas evidenciavam o fim da cultura greco romana, andy vociferando a morte da arte, outros desenhando xadrezes absurdos ente o preto e branco.

outro lado do não dito o fetiche pulando as quadras brancas.quadra em quadra se brincava parnasianamente entre o sem sentido e vã esperança da licença poética...se não houvessem virgulas, haveriam três pontos e assim a pausa se desenharia....havia em outro dia o que não realizamos hoje e depois de amanha outros enganos... assim ficaria sem verbos na forma alexandrina e fora das nornas poéticas que sintetizam os verbos e outras exigências das formas léxicas, dizia assim alice neste labirintos impregnados de papeis esvoaçantes e outras imagens possíveis ao infinito imaginário coletivo, aonde, incautos colhemos o que plantamos; diretriz tão velha como o eterno retorno....

Alice não mora mais aqui. A casa não mais é dela e outros sonhos que não são e insistem se refletirem, como miragens em espelhos que não nos reconhece.

havia em outro tempo algo tão revelador, frases aleatórias num notepad acessório de janela, vomitando verborreia alheia a nossa. falsos perceptores da vã filosofia. mistura de um esperanto kaotico, que não se realiza por não valer nada, apenas outra palavra na tentativa de palavras, palavradas, aradas no terreno da mente.... pensava assim a menina pulando, quadras negras.

sábado, novembro 19, 2011

Antropofagia

Por teimosia
desenho qualquer
alegoria,
por alegria,
será? que você ia?

Aonde?
me perguntaria.
sei lá, eu diria!
nem sei se hoje é o dia!

Peço à vc
que sorria,
liberte-se
antes que tardia!

meio dia ainda
não comi nada
o que me sugeriria
ao regalo da fastia.

Mas é certo
se não fosse,
alguem à esperar
ficaria.

Se o verbo
não estivesse?
o que seria?
Algo que salve o dia!

cenas, vagas
num caranaval
de porcarias e
Pornografia!

outras vezes
coisas tão inocentes
que nem você
acreditaria.

Talvez eu e você
comendo juntos
recriando dias
de folia.

sexta-feira, outubro 28, 2011

Sobre Gavetas.


a ideia era outra nem sei se bem esta. mas, era!
dizia assim sobre falta de subjetividade
carencias de ideias próprias, 
buscando por ai ideias alheias.

a palavra seduzia os dedos à um street dance,
sem prededentes...coisa de gringo,
novamente reinventada..
pagando, atestado p'ra lavousier!

De vez enquirida, a máquina rugia,
ouvia o chamado instintivo.
à uma unica verdade:
crescer, reproduzir e morrer,

Sei que, nas gavetas existem,
cuecas de elástico frouxo
e calcinhas de amantes,
que já me esqueceram.

Dizia-se dele na vanglória,
enlevado de ternura
Sou Lezado!
Mas quebro um galho!

sexta-feira, agosto 05, 2011

Memo



Escolha umas palavras, de sentido à frase, finja que ta dito o passado que se nega a passar, repetindo um engano que a esperança não cura e o otimismo começa a duvidar do porque... tenha sempre à mão a fé, e a firme crença que tudo pode ser melhor do que é pela simples incidencias de louvaveis méritos.
Outro cara me diaria algo que poderia ser diferente do que sempre compreendi como exato no meio de tantas tendencias e o sectarismo cultural que recicla cada ideia num incansavel axioma lavouseriano, nunca desdito sempre repetido com outros parametros...janelas caóticas abertas a quem quiser olhar....quando o sistema cai, congestiona a civilização.
quando acaba a energia todos saem dos seus cubiculos beje para futricar o que assucede, a lingua vai desmistificando a cena numa compreenção inadimissível, cenas de outro teatro ao qual não temos ingresso....falta luz tudo apaga por 10 minutos o nobreak apita, escandaloso a fome de energia, então amanhã nasce o sol fica claro e o sistema continua se movendo com fome de energia...nós, nós do planeta, fazem dias que nada me ocorre e outras frases ficam assim jogadas ao relento como eu e a minha low self opinion.....nem sempre é facil escolher suas soluções, imaginar é facil mas não corresponde a nenhuma expectativa alheia, no maximo empaticas nunca tão visceral como em nós.....outro dia tava tentando escrever mas sofri de gagueira não sai das primeiras silabas e as fiquei repetindo incensantemente na trava linguofaringeodental....pelo mundo vou da nascente a foz, de barquinho ou a pé pelas margens. já não me dou mais ao esforço mas, me esforço a cada dia, minuto a minuto...no almoço arroz com cenoura, ervilhas, milho e pimentão, carne de panela e batata palha, para que haveria de querer mais? senão crer que vc merece o que deseja.
a civilização é tão grande que perdeu o controle só nos resta o controle estatal....não sei se contino por prolixeria ou por teimosia, gostou é o meu batom......e mamãe reclama....gosto disso desse cenario surreal e coisa do real na interferência histórica. na falta de opção vou fazendo isso que gosto breakdance no teclado e, na ponta da caneta com gravidade interna.....no sentido da dicção diria que perdi a fala.

quinta-feira, julho 21, 2011

Quebradeira derradeira...o verso e o drama!..extdMix!


SERVIÇAIS COMPARECERÃO
à FESTA ENTORNO
DA TORRE DE VIgÍLIA
NADA MAIS SERá,
SENÃO O QUE jah É.

O VERBO REDUNDANTE
E A VIDA OUTRA COISA.

TORRADA AMANTEIGADA
COM PURRÍSSIMO MEL
Das ABELHAS,
na GELEIA REAL.

TÃO DOCE QUE
guarda seu fel,
PRÓPOLIS de mel.

DEPOIS ASSIM,
NÃO QUE GOSTE,
MAS ME OCORRE;
ACABOU O VERSO.

Feliz Navidad!

II

VERSAR

à Outros escreverei,
o esquecimento!
'stava de cruz credo!
fiz um folhetim.

quarta-feira, junho 29, 2011

Nada como um sonho depois de outro.....


Dizia assim ele de mim,
algo que não diria e,
não sei se voce tambem, 
sabe-se o que se
diz boca...à fora,

sabe-se lá 
o que se coloca
dentro da cachola,

vira palavra no
meio do verso,
assim como a busca
pela frase absoluta.


Nada se diz
da boca à fora,
senão o que a boca resolve
trazer de dentro,

nem sempre elogiosos,
nem sempre maledicentes,
mas de fato ditos!

II

è divertido,
ouvir o folclore falado,
vivido e idealizado
acontecendo que nem maquina.
enchendo garrafa
d'água aos montes e, 
a pet à imperdenir
nosso dia.

aos montes aos bilhões,
montanha de plastico,
elemento artificial à paisagem; 
real ao resto consumista.

Que nos abala!

III

Porém em outra feita
a atmosfera era limpinha,
sem mazelas metabólicas
e as unhas não padeciam de bactérias.

bancos finanaciam as
falcatruas capitais.
outro dia ainda:
- lembro andava sonhando!